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Histórias de encontros e desencontros. Segunda-feira, Julho 31, 2006 Parêntese Minhas queridas Leitoras Adolescentes, Thaís está ocupadíssima no momento, como deve saber que a lê no seu blog. Eu, apesar de já ter escrito (porém não desescrito) até a letra V, não ouso dar seqüência ao Alfabeto solito, então apresento-me apenas para distrair vocês neste intervalo entre o E o resto. Começo por uma cosmogonia e me vou por caminhos desconexos. Coragem! Cosmogonia Cacofônica Era uma terra tão fora de mão que os deuses então de plantão sequer se deram ao trabalho de nomear os seus ventos, pelo que ficou conhecida como a Terra dos Ventos sem Nome. As fodidas filigranas à margem da História, as noções perdidas nos despenhadeiros do tempo, os jogos não jogados ou jogados pela metade, as palavras prostituídas no papel, as palavras perdidas no vento, os atos e as omissões, o horror do isolamento na multidão, os encontros e os desencontros: tudo isso carece de um verbo! São demais os perigos desta vida pra quem se mete a folhetins Bebedeiras pelos botequins E tantas oportunidades perdidas... El día que me quieras Tendré ganas de dejarte Te podría mentir que es porque He nacido como el gran tiburón blanco Que de su madre ya sale mordiendo Y vive solo y libre en el mar Pero la verdad es que yo vivo De pequeños sabotajes |
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